É hora daquela tradição anual que alegra a família brasileira. É hora de sair da sua zona de conforto, de experimentar jogos que não teriam chances em outras situações, de despejar veneno sobre ambições frustradas, ciclos frustrantes e tiroteios inconsistentes.
Como funciona? Dessa vez André Campos indicou The Legend of Zelda: Majora’s Mask para Eduardo Sushi que, por sua vez, indicou Yakuza 0 para Rafael Quina que, fechando o ciclo, indicou Evoland II para André.
Depois de um mês eles se reuniram e discutiram o que os afastava inicialmente das indicações e como foi a experiência de vencer esses preconceitos, preguiças e desinteresses. O resultado? As novas paixões? As referências gratuitas? As horas perdidas? Só escutando.