Discutimos com spoilers e por um tempo desnecessariamente longo as origens, mecânicas, aspectos técnicos, parries satisfatórios, lore complicado, detalhes irritantes e aspectos favoritos do (possivelmente) melhor jogo de 2019.
Discutimos com spoilers e por um tempo desnecessariamente longo as origens, mecânicas, aspectos técnicos, parries satisfatórios, lore complicado, detalhes irritantes e aspectos favoritos do (possivelmente) melhor jogo de 2019.
Em mais um episódio da série que tenta nos tirar de nossas zonas de conforto, André indicou Outer Wilds pro Rafa, que elegeu Super Mario RPG pro Sushi, que escolheu The Witness para o Tengu, que prescreveu Drakengard para o André.
Recebemos Heitor de Paola e Lucas Zavadil para discutir pessoas que flutuam, pirâmides que falam, armas que respiram, banheiros que desaparecem, post-its que se multiplicam… Apenas um dia comum no Departamento Federal de Controle.
Recebemos Clarice Garcia e Talissa Nobumitsu para, juntos, oferecemos erudição sobre assuntos que passam por rótulos de relacionamentos, gatos no cio, fantasmas de estimação, lesmas assassinas e primeiros empregos.
Quais os primeiros jogos a usarem voz? Como limitações levaram às mais criativas soluções? Como a popularização da mídia ótica mudou a preocupação da quantidade para a qualidade? E afinal, quais nossas aplicações favoritas de vozes em jogos?
Em mais um epísódio aleatório (também conhecido como apenas o segundo deles) falamos sobre a distopia que é a experiência de um profissional da educação, homens usando brincos, mais quedas no meio da rua e programas de culinária.
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam por escaladas românticas, os últimos jogos do mundo, amor numa ilha deserta, os piores trabalhos do mundo e deixar acontecer naturalmente.
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam pela ausência de diálogo, azeitonas rosas, cabeças peculiares, sermões em personagens fictícios, o futuro e uma inversão no trato digestivo.
Nesse episódio, nossos intrépidos participantes discutem a carreira de Shyamalan, conversam sobre a força das narrativas, debatem a cultura dos spoilers e tentam, de todas as maneiras possíveis, pronunciar o nome do diretor indiano.
Recebemos Tiani Pixel para discutir as origens, histórias e o funcionamento dos motores de jogos. Como era o mundo antes das primeiras engines, por que elas surgiram e como possibilitaram a revolução dos jogos indies?
Recebemos a Mell que dá suas impressões sobre John Wick 3 e é exposta a mais anime com Detetive Pikachu e Promised Neverland. Também discutimos Brooklyn 99, Leaving Neverland e Vingadores: Ultimato (cheio de spoilers).
Recebemos Fernando Mucioli discutir a releituras desse remake: o que foi mantido, o que foi mudado, ele é canônico afinal de contas? E também tudo que ele faz de novo, tanto para a franquia quanto para o gênero de Survival Horror.
Revisitamos a Estrada da Fúria para discutir se os temas complexos de feminismo e totalitarismo foram abordados corretamente neste deserto inóspito, o que o protagonismo de Furiosa nos diz sobre o filme e, afinal, quem matou o mundo?
Recebemos Gus Lanzetta e Pedro Falcão (diretamente da Socidedade História de Vídeogames do Brasil) para discutir um pouco da história, conflitos e desafios da emulação e seu importante papel na preservação dos vídeo games.
Nesse episódio oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam por pseudociências reais, famílias religiosas, adoção, um heist Pokémon e um triângulo amoroso envolvendo Tartarugas Ninja.
Depois do carnaval e do aniversário do Sushi, saímos da caixa para falar das séries The Umbrella Academy e Sex Education, sobre o filme Alita: Anjo de Combate, o anime Mob Psycho 100 e sobre as aventuras de aprender japonês pela internet.
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam por Coca-Cola sem gás, comidas queimadas, exibicionismo, o mundo do Jogabilidade em Kingdom Hearts, madlições, roubos a bancos e um presente muito especial.
A vida de Kuro e Shiro muda quando um membro da Yakuza resolve destruir uma parte da cidade deles para a construção de um parque de diversões. O quanto a sociedade pode nos corromper e o quanto precisamos do outro para nos manter sãos?
Rafa conta sobre suas aventuras em hoteis-fazenda, Sushi detalha suas experiências gastronômicas e André se surpreende com Dragon Ball Super: Broly. Comentamos também sobre Três Estranhos Idênticos e Homem-Aranha no Aranhaverso!
Discutimos nossas trilhas de jogos favoritas de 2018 enquanto cantamos debaixo d’água, revelamos significados em letras felizes, encontramos onomatopeias por toda parte, nos apaixonamos pelo carrilhão e dançamos seminus na Sapucaí.
É chegada a hora de discutir, barganhar, defender e quem sabe até cair na porrada para garantir que nossos jogos favoritos tenham um lugar na lista dos dez melhores de 2018. Por fim, também olhamos para o futuro e o que 2019 nos reserva.
Nos juntamos para relembrar o que foi esquecido, o que nos decepcionou e o que ainda queremos jogar do já longínquo ano de 2018. Aproveitamos também para definir o tema do ano e apostar no que vai rolar em 2019!
Chegou a hora do nosso episódio aleatório absolutamente distópico: falamos sobre festas de final de ano, experiências aterrorizantes, como se comportar em saunas e também como começar o ano com o pé esquerdo!
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam por relacionamentos, cães mimados, relacionamentos, magos sacanas, spoilers e mais relacionamentos. É quase um episódio especial de relacionamentos!
O filme resiste ao teste do tempo? O que faz de Hannibal um vilão tão sedutor? Como o filme se diferencia do material original para discutir questões sociais importantes? Por que Clarice é a heroína que nós precisamos?
No começo dos anos 2000, Hideki Kamiya estragou tanto um Resident Evil que ele se tornou Devil May Cry. Recebemos Fernando Mucioli para discutir as origens, o legado, a história e os combos aéreos daquele primeiro jogo.
[dropcap]M[/dropcap]ais um ano aproxima-se do fim, mas não sem antes um grande festival para celebrar os jogos com ritmo, dungeons infinitas,…
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam pela pegação entre primos, um encontro nos anos 2000, a briga pelo banco da frente, super maldições e a verdade por trás da brotheragem.
Discutimos o encapetado Mundo Sombrio de Sabrina, a improvável animação de Castlevania, a tocante e mortal A Maldição da Residência Hill, trememos de medo com O Caso Evandro, somos pegos pela nostalgia com os OVAs de Yu Yu Hakusho e mais!
Qual é o estado emocional de um artista que chegou num patamar tão alto no meio de tantas tribulações impostas pelo racismo? Por que a narrativa do álbum soa tão cíclica? E afinal, Kendrick Lamar é o melhor rapper vivo atualmente?